Siga no facebook

Faltam Nove Dias


O BENFICA TEM O P3N7A NA «MÃO» (PÉS) MAS PRECISA DE NÃO CONFIAR NA PRÓPRIA SORTE E NO AZAR DOS OUTROS. É QUE PODE SER AO CONTRÁRIO…


DECLARAÇÃO DE INTERESSES: ACREDITO NO P3N7A. SEMPRE ACREDITEI COMO ESTE BLOGUE PODE PROVAR E COMPROVAR.
Mas parece que no Benfica – entre os responsáveis pela SAD – acreditam que vai ser fácil enquanto eu acredito que vai ser difícil.
E só acredito (faltando nove dias para deixar de poder contratar reforços, mas mesmo REFORÇOS)
1. Porque o FC Porto tem um plantel curto para estar em tantas competições enquanto o Benfica tem um plantel mais completo e equilibrado e já se desfez de todas as competições excepto uma, a prioritária: Ser campeão nacional pela quinta vez consecutiva e o 37.º título em 84 edições do campeonato nacional;
2. Porque o calendário corre a favor do “Glorioso”.
Se não acreditasse na veracidade das duas premissas anteriores
Acreditar no P3N7a só por fé, pois o FC Porto até pode perder com o Benfica que é campeão nacional com dois pontos de avanço se vencer os restantes 14 jogos e meio (na Amoreira).
É preciso ter fezada no “pé quente” de Rui Vitória
Que não é ele que vai atrás dos campeonatos mas os campeonatos que vêm ter com ele. É que dá sempre avanço e até deixa de depender só dele passando a necessitar do fracasso dos outros. O Benfica vai ser campeão em 2017/18 depois de deixar de poder controlar os resultados pois também já não depende exclusivamente das suas vitórias tendo de contar com as derrotas do FC Porto. O Sporting CP também depende dos seus resultados tendo de vencer o FCP (fora) e o SLB (casa). Se a missão do “Glorioso” é difícil – depende do FCP – a do SCP é praticamente impossível: teria de vencer os 15 jogos que restam com um calendário de jogos muito mais complexo que o do Benfica.

    ASSIM VAI O PLANTEL DE 29 GLORIOSOS
NOTAS: Minutos jogados; TitularSuplente utilizado;  Suplente não utilizadoConvocado não utilizado; L – Lesionado; S – Suspenso (processos disciplinares); A – Assistências para goloG – Golos; NI – Não inscrito na Liga dos Campeões
Já se percebeu que os responsáveis pela SAD confiam mais no “pé quente” que em dar condições de segurança para conquistar o título sem sobressaltos
O Benfica em 2017/18 vai conseguir uma proeza extraordinária que deve ser única em todos os plantéis de todos os clubes que vão ser campeões nacionais nos dez/doze principais campeonatos europeus segundo os coeficiente da UEFA. Ter um plantel campeão nacional arrasando todas as teorias acerca da “construção” dos mesmos: equilíbrio, racionalidade, qualidade, experiência e gestão ponderada. Como o Futebol deve ser a modalidade em que mais pessoas tecem teorias sem perceber do que falam (eu incluído) vou enumerar algumas singularidades deste plantel do Benfica.
Guarda-redes: caso exemplar
O Benfica fez a abordagem à temporada de 2017/18 com quatro guarda-redes em que dois (Paulo Lopes e Júlio César) podiam ser pais dos outros dois (Svilar e Bruno Varela). Ou seja, não tem um guarda-redes com aquela que é considerada a idade ideal para um guarda-redes: ter entre 26 e 32 anos! Svilar (18 anos, em 27 de Agosto de 2017), Bruno Varela (23 anos, em 4 de Novembro de 2017), Júlio César (38 anos, em 3 de Setembro de 2017) e Paulo Lopes (40 anos, em 29 de Junho de 2018). Ou seja, nem entre os 26 e os 32 anos, nem entre os 24 e os 37 anos! Brincadeira!
Defesa-direito
Confiança e fezada absoluta em André Almeida. Caso único ao quadrado. Único defesa-direito e única posição sem ter dois futebolistas com valor semelhante para “discutir um lugar”. Um dos requisitos para se formar um plantel campeão é – além da qualidade – a quantidade QB: ter dois futebolistas semelhantes para cada posição que possam apurar a forma nos treinos de modo a sobreporem-se e serem escolhidos pelo treinador para a titularidade e poderem revezar-se em caso de dois jogos por semana e aquando de lesões (mais ou menos prolongadas) e de castigos (mais ou menos prolongados). André Almeida é um profissional de calibre muito alto. Mantém-se durante uma época como opção única e trabalha nos treinos e tem atitude nos jogos como se houvesse no plantel, para defesa-direito, um Almeida André. E que por mais minutos que jogue nunca se vai aleijar. Fezada do caraças.
Três defesas-centrais
Em vez de quatro passou-se a três centrais para o que resta do campeonato. O nosso velhote, o miúdo e o do meio. Três centrais tão bons (e são mesmo e pela minha ordem: Jardel, Rúben e Luisão) que dispensam bem o Lisandro (que para mim até era o terceiro sem desprimor para o capitão). Só com três centrais «só quero» que ninguém se lembre de vender a sombra de um deles.
O cristal é de vidro? Não! É cristal de aço. Um jogador tão problemático (em lesões) vai fazer os 90 minutos x 15 jogos que faltam (1350 minutos)…talvez que em jogos já resolvidos seja resolvido protegê-lo das intempéries. Safa-nos, Fejsa!
O jogador n.º 12 tem de estar no banco – protegido de lesões e cansaços – para poder socorrer qualquer uma das posições do “corredor central”, desde a 3 e 4 (centrais), à 6 (Fejsa), à 8 (Pizzi) e à 10 (Krovinovic). Em vez de 12 é mais 112. No banco é que é útil o pronto-socorro!
O melhor deles – Zivkovic – deve ser tão superior aos outros que vai sempre (ou quase…) para a bancada. E Diogo Gonçalves parece que foi utilizado só para pôr ordem no Cervi. Com este posto em ordem regressou tudo ao normal. Diogo Gonçalves passou rapidamente de titularíssimo a não convocadíssimo. Extremos para dar e vender. Vender? Não, não! Enganei-me numa letra por estarem uma a seguir à outra no alfabeto latino. Puxa. Vencer!
Krovinovic
A lesão deste motor não é nada preocupante. Devem pensar assim os entendidos. Foi ele que permitiu passar do passador 4.4.2 para o 4.5.1. Saiu um avançado do 2 e entrou Krovinovic acrescentando mais um ao 4 do meio. Preocupante o motor gripado? Nada disso. No plantel há «krovinoviques» aos pontapés. E vamos ver isso já em Belém. Com «estrelinha de campeão». Como a estrela que conduziu os Reis Magos a Belém de Jesus Cristo. Eu explico. Fácil.

É FACÍLIMO IR AO ESTÁDIO DO RESTELO DERROTAR O CF “OS BELENENSES” SEM KROVINOVIC

Avançados
Quando se joga com dois avançados estes têm de ter características distintas para haver complementaridade. Tipo Jonas-Cardozo ou Jonas-Lima ou Jonas-Mitroglou. Ora o Benfica tem quatro avançados iguais. Uma espécie de Jonas -, ou Jonas– ou Jonas—. Ora sendo “iguais” jogando dois anulavam-se pois «um-menos-um igual a zero». Por isso quando a Jonas, se acrescenta, a meio da segunda parte (por substituição de outro dos nove futebolistas de campo) mais um dos «três avançados suplentes» a táctica deixa de ter números e passa a ter quatro sílabas: de-ses-pe-ro. Não é 4.4.2! Isso era se mitroglouássemos! Com Mitroglou ou com outro da mesma têmpera!
Já se percebeu que a teimosia, em 2017/18, obedece a duas máximas
«Dê por onde der o Benfica será campeão, por que sim!» (em caso de sucesso) ou «Não se pode ganhar sempre» (em caso de insucesso).
Se o Benfica perder este campeonato tal deve-se exclusivamente a um factor: «Pôs-se a jeito»

Alberto Miguéns

Fonte: http://em-defesa-do-benfica.blogspot.com- Obrigado pela partilha – Leia o artigo na fonte aqui


Close Menu