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Alegoria das Árvores e dos Clubes


TODOS OS CLUBES SÃO ÚTEIS TAL COMO TODAS AS ESPÉCIES DE ÁRVORES.


Mas todas têm utilidades diferentes e o Povo sabe reconhecê-lo e ama mais umas do que outras. Um dia destes Portugal vai saber o que é ter confiança em clubes como as Oliveiras e desconfiar de clubes como os Pinheiros.

De facto todas as espécies tal como os clubes nascem iguais, de uma pequena semente (ideia), crescem e desenvolvem-se mais umas que outras e todas morrem de pé. E dão à espécie humana capacidades de as utilizar de diferentes formas.

O Benfica é como as Oliveiras: generosas, resistentes, pacientes mas fazem progredir.

Os rivais são como os Pinheiros, que logo após nascerem se revelam sectários, entre mansos e bravos, entre serem sangrados ou aproveitados para outros fins.

Se o Futebol português quiser desenvolver-se harmoniosamente tem de aprender com o Mundo Rural. Dar mais importância às Oliveiras (cultivando-as junto de si num anel de amor em torno das vilas e aldeias) e menos aos Pinheiros (afastando-os para lá do perímetro das povoações).

O Benfica é como as Oliveiras e permite desenvolver o Futebol português. Os Pinheiros também são úteis mas há que perceber a quão limitados são.


A Oliveira coabita com as pessoas. Tudo nela se aproveita. O fruto (azeitona) pode ser consumido de variadas formas. É ecléctico. E ainda produz uma gordura vegetal saudável e agradável, o azeite. Que tanto serve para alimento como é utilizado na iluminação. O eclectismo elevado ao limite. A copa dá sombra/frescura e a madeira dá calor. É o Benfica! Quantas mais Oliveiras melhor! Nunca são de mais! E têm “sabedoria” milenar. Há ainda Oliveiras na actualidade que foram úteis a Jesus Cristo. Há dois mil anos! Uma árvore resistente, resiliente e que se regenera, qual Fénix, a cada intempérie ou descuido negligente. Renasce em rebentos tornando-se, com paciência, novamente imponente, generosa e produtiva. Como o Benfica! Arrastando para o lado útil o que deve ter utilidade. 


O Pinheiro é problemático. Em grandes quantidades é exagero. Se queremos boa madeira convém não sangrar a árvore para obter resina. Esta é uma forma agressiva da árvore proteger-se de um corte. Se queremos a resina não teremos boa madeira. Se for bravo não dá fruto comestível. O Pinheiro manso dá bons frutos (pinhões) mas não dá resina nem boa madeira. É uma espécie útil – não há árvores inúteis, tal como os clubes – mas tem utilidade restrita. Se queremos um aproveitamento útil de uma vantagem teremos que abdicar da qualidade das outras. Por isso são plantados e aproveitados longe das povoações. Existem mas são para os ver ao longe. Em catástrofes naturais potenciam o perigo. Podem ser devastadores. Não renascem. Um novo substituirá o que foi consumido.

Eu prefiro a sabedoria ancestral da espécie humana. Tem junto de ti o que te faz bem, afasta-te do que faz pouca diferença.  

Alberto Miguéns Fonte: http://em-defesa-do-benfica.blogspot.com- Obrigado pela partilha – Leia o artigo na fonte aqui


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